Na reunião de pais evidenciámos a importância da presença de espelhos nas salas de creche e jardim-de-infância... Todavia, não possuíamos informação teórica que o confirma-se...
Depois de uma pesquisa na Internet a Teresa encontrou um pequeno texto que nos ajuda a perceber o relevo deste objecto na Sala Berçário, onde os mais pequeninos iniciam a sua socialização fora da Família:
“Quem consegue ficar impassível diante do espelho? Ninguém. Muito menos os bebés. Eles adoram observar sua imagem porque isso os leva a um mundo de descobertas. "É óptimo para ajudar a criança a reconhecer seu corpo", diz Orlei Araújo, pediatra do Hospital Santa Marina,em São Paulo.
Entre o segundo e o terceiro mês, o bebé sorri para qualquer rosto, inclusive o seu reflectido no espelho. Não é que ele se reconheça. Antes dessa descoberta, explora o espelho como qualquer outro brinquedo. Diverte-se com o reflexo que vê: o de outra criança. Depois do quinto mês é capaz de identificar os pais no espelho. Olha para a imagem e para quem estiver a seu lado, confirmando a informação.
Os bebés também treinam a «fala», a linguagem, diante do espelho, dando gritinhos. Esse “diálogo” e o estímulo dos adultos atentos, contribuem para o reconhecimento final: por volta dos 10, 11 meses, a criança percebe que é dela a imagem que se reflecte no espelho e começa a dar mais atenção a muitos dos seus movimentos.





Um comentário:
A Daniela adora espelhos... diverte-se imenso em frente a eles e reconhece bem os papás (olha para trás e sabe bem que estamos ali). Quando faz birra por eu lhe pôr um gorro basta ir ter até ao espelho e dizer-lhe que está linda e põe logo um sorriso de orelha a orelha.
Beijinhos
Sónia
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